DutchEnglishFrenchItalianPortugueseSpanish

Elaboração de PPCI – Segurança Contra Incêndio – 17ª edição – 10 horas | Online

Elaboração de PPCI – Segurança Contra Incêndio – 17ª edição – 10 horas | Online

Objetivo: Apresentar os conceitos básicos da Legislação Estadual sobre Segurança Contra Incêndios e os procedimentos de elaboração de PPCI para apresentação ao Corpo de Bombeiros, conforme a Legislação do RS. Apresentar os requisitos mínimos de dimensionamento das medidas de segurança contra incêndios de: Sinalização de emergência, Extintores, Saídas de Emergência e Isolamento de Riscos a nível básico com a realização de exercícios ao longo dos dias do curso. Trata-se de um curso com o objetivo de apresentar ao aluno um conhecimento básico sobre a legislação com o objetivo de elaborar um PPCI completo para iniciantes.

Público Alvo

Engenheiros, Arquitetos e Estudantes que estejam iniciando a sua atuação com Segurança Contra Incêndios. Ex-alunos que necessitem de uma atualização de conteúdos

Pré-requisito

Não há pré-requisito.

Programa

Dia 01:
Introdução aos incêndios históricos;
Conceitos Básicos de SCI;
Procedimentos Administrativos para Elaboração de PPCI;
Principais tópicos da Legislação Vigente e das Resoluções dos Corpos de Bombeiros, incluindo Lei Federal 13425/17, Lei Estadual 14376 e suas atualizações, Decreto Estadual 53.280/16 e Resoluções do Corpo de Bombeiros (RTT/2017; RTCBMRS 05 partes 1.1/2016)

Dia 02:
Prazos da Lei Kiss;
Procedimento administrativo de PPCI para Edificações Existentes, RTCBMRS 14 /2016;
Representação Gráfica e Elaboração de PPCI;
Introdução as Medidas de Prevenção e Proteção de Incêndios (Itens Básicos);
Orientações iniciais sobre a NBR 13434 – Sinalização de emergência (nível básico) e distribuição no PPCI, com exercício explicativo;
Orientações iniciais sobre a RTCBMRS 14/2016 – Extintores (nível básico) e distribuição no PPCI, com exercício explicativo;

Dia 03:
Orientações sobre a RTCBMRS 11/2016 – Saídas de Emergência (nível básico) e dimensionamento no PPCI com exercício explicativo;
Orientações sobre a resolução de brigadistas;

Dia 04:
Orientações sobre a ABNT NBR 10898/2013 – Iluminação de Emergência;
Orientações sobre o pré-dimensionamento de outros sistemas de prevenção contra incêndios;
Tópicos Introdutórios de Isolamento de Riscos;
Conclusão e apresentação de case.

Instrutora

Fernanda Ribas
Engenheira Civil, graduada pela UFRGS e Pós-Graduada em Segurança Contra Incêndio e Pânico em edificações e áreas de risco pela UNISINOS. Mestranda em Engenharia de Materiais pela UFRGS. Possui diversos cursos de extensão e qualificação profissional na área de segurança contra incêndios, segurança do trabalho, avaliações e pericias, Incluindo Cursos no Exterior sobre Extração de Fumaça. Ministra cursos de PPCI desde 2016, com participação em congresso internacional. Atualmente, atua com a elaboração de PPCIs, principalmente no Estado do Rio Grande do Sul.
Referencial Bibliográfico
ABNT NBR 13434;
RTCBMRS 11/2016;
RTCBMRS 14/2016;
Lei 14376/2013 e suas atalizações;
RTCBMRS 14/2016;
Lei Kiss e Decreto Estadual sobre Segurança Contra Incêndios
BRENTANO, T. A Proteção Contra Incêndios no Projeto de Edificações. 1. ed. Porto Alegre: Color, 2007
OBSERVAÇÃO: Para Sócios do SENGE-DF, optar pela inscrição “parceria”, inserindo a comprovação de sócio em dia, para obtenção de desconto no valor da inscrição

Só “Perde os Freios”, o Motorista que “Não Sabe Frear!”

Só “Perde os Freios”,
o Motorista que “Não Sabe Frear!”

Quando o condutor diz que “perdeu os freios”, ele por muito tempo insistiu em frear de maneira errada!
Em curvas e declives (descidas) é muito comum, mesmo com sinalizações alertando sobre o risco, o condutor simplesmente tirar o pé do acelerador para reduzir a velocidade.
Como aparentemente não há sensação de risco, ele entende que esta é uma boa forma de controlar o veiculo e acaba se acostumando em desprezar o freio mais importante e eficiente de que dispõe o veiculo:
O FREIO MOTOR, acionado também através da redução da marcha!

Se o condutor fosse acostumado a fazer o uso do freio motor, jamais ouviríamos, após tantos acidentes ocorridos diariamente, a justificativa de que o motorista “perdeu os freios”.
Só perde os freios quem não sabe frear!
Quem tira o pé do acelerador em descidas e curvas, mas mantém o carro em marcha alta, está usando todo o peso do veiculo multiplicado pela força da inércia (no caso da descida), e da força centrifuga (no caso da curva).
Ao se deparar com todo esse peso em velocidade, a tentativa de segurar toda essa força com o freio do pedal com certeza será insuficiente.
Use o freio motor através da redução da marcha
Ao fazer uso do freio motor em curvas e declives acentuados, você utiliza muito pouco os freios, e evita com isso um desgate desnecessário dos pneus, das pastilhas e discos, além de acidentes pois terá sempre o controle do veículo!
E, para veículos com o câmbio autómatico a orientação é a mesma: Faça a redução manualmente, mas trafeque sempre utilizando o freio motor.
É mais econômico, além de mais seguro!
E então, vai usar o Freio Motor ou vai esperar
“Perder os Freios”?

A engenharia no enfrentamento da pandemia

“O engenheiro é um solucionador”. É como define a profissão Fernando Soares de Lima, gestor do Laboratório de Química e Manufaturados do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) do Estado de São Paulo. A equipe, liderada por esse engenheiro de produção, atuou ativamente na busca por soluções em projetos de combate ao novo coronavírus. 

“Começamos a verificar algumas deficiências no mercado, alguns problemas que poderiam acontecer. Um deles foi a questão das máscaras”, ele conta nesta entrevista ao Jornal do Engenheiro. Segundo Lima, com a alta demanda, muitas empresas passaram a produzi-las, mas nem todos os testes necessários para garantir a segurança e eficiência do produto eram feitos no Brasil. 

A partir dessa constatação, o IPT buscou especializar-se no assunto, e o laboratório desenvolveu ensaios para testar eficiência de filtragem de partículas, repelência a fluídos e respirabilidade de máscaras cirúrgicas, de acordo com parâmetros da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Com o know how técnico do instituto, muitos outros projetos foram viabilizados, mostrando, como aborda Lima nesta entrevista, a importância do investimento em ciência, pesquisa, engenharia e tecnologia nacionais. 

Um dos primeiros projetos de apoio ao enfrentamento da pandemia com qual o laboratório teve envolvimento foi de produção de máscaras da Fundação Dr. Manoel Pedro Pimentel (Funap). Como foi essa experiência? 

O IPT presta apoio técnico para empresas e instituições públicas, atua como um braço tecnológico do Estado. No início da pandemia já tinha uma ameaça da falta de materiais, de respiradores. Em alguns países em que a doença há mais tempo avançava, havia esses sinais. Nesse contexto, começamos a verificar algumas deficiências no mercado, alguns problemas que poderiam acontecer. Um deles foi a questão das máscaras. Nos debruçamos sobre o assunto. Na mesma época, tivemos contato com o pessoal da Funap, que estava iniciando com os reeducandos o projeto de produção de máscaras do tipo cirúrgica e de uso social, que são as de tecido. Eles precisavam de apoio técnico, principalmente com quesitos sanitários, para a produção dentro das normas necessárias. Entramos nessa parceria, atuamos na avaliação e adequação dos produtos. Foram produzidas mais de 5 milhões de máscaras, disponibilizadas para o próprio corpo policial e para hospitais. Nesse mesmo período, começamos um trabalho específico de estudos sobre avaliações das máscaras do tipo cirúrgica. 

Qual a diferença da máscara cirúrgica para as demais utilizadas nos hospitais, como a N95? 

Existem três principais máscaras que se destacaram no mercado. A do tipo N95, que ficou bastante popular durante a pandemia, foi desenvolvida para atender principalmente o ambiente industrial. Não foi desenvolvida para o ambiente médico. Mas por ter uma existência de filtração muito boa e proporcionar uma boa respirabilidade, foi adotada pelo pessoal da área médica quando ainda no surto da H1N1. Outra que se destaca é a do tipo cirúrgica. Essa já é uma máscara específica para o pessoal da área médica, que tem uma existência de filtração bastante elevada porque, além de proteger de substâncias dispersas no ar que podem ser exaladas ou inaladas, também protege de partículas de qualquer tamanho que possam contaminar o médico ou o paciente. E, por fim, temos o face shield, o protetor facial. 

Vocês já tinham o conhecimento necessário sobre as máscaras, protocolos e normas de adequação? 

Como nosso laboratório trabalha com equipamentos de proteção, temos a expertise na avaliação desse tipo de produto, suas propriedades e particularidades que devem ser atendidas. E muitas empresas procuraram o IPT para ter esse apoio técnico. Em casos de doações para hospitais, o instituto fez esse trabalho de forma gratuita. Além disso, prestamos serviços de testes de qualidade de luvas, aventais, toucas e outros materiais que são muito utilizados durante a pandemia. 

A partir desse conhecimento e atuações que conseguiram viabilizar os ensaios das máscaras cirúrgicas que não eram feitos no Brasil? 

Muitas empresas queriam fazer as máscaras [cirúrgicas], mas não possuíam conhecimento técnico. Empresas de pequeno porte viram nessa produção uma oportunidade de vencer a crise e também contribuir, porque foi um item que ficou escasso; hoje está mais equilibrado, mas ainda é muito necessário no combate à Covid-19. Mas no Brasil não tinha quem fizesse todas as avaliações desse tipo de material. Tinha um único laboratório nos Estados Unidos, que era o mais requisitado para esses testes. Foi aí que nos capacitamos, criamos as análises de acordo com a norma (NBR 15052, da Associação Brasileira de Normas Técnicas – ABNT) e demos condições às empresas nacionais conseguirem fazer tudo isso no Brasil. O que facilita por questão de tempo, comunicação e valor; considerando o dólar, ficava muito caro. Os ensaios foram desenvolvidos em cerca de dois meses, testam eficiência de filtração, respirabilidade e repelência a fluídos.    

Quais outra vantagens de desenvolver esses testes aqui no País? 

Foi colocado em questão a dependência de um único país ou um único local para ser fornecedor de produtos e serviços. Eu percebi que algumas empresas começaram a nacionalizar coisas que antes terceirizavam, que só traziam o produto pronto. Um dos casos foi o das máscaras cirúrgicas. As empresas começaram a ver novamente o benefício de ter uma produção nacional. Foi uma evolução, porque tudo é feito no Brasil, produção, avaliação. E tudo isso olhando para o contexto brasileiro, adequado à nossa realidade, às nossas necessidades. E com isso veio a vantagem de valorizar a produção nacional. Durante a pandemia, tivemos que aprender muita coisa em pouco tempo. A exemplo das vacinas, que estão tendo tempo recorde de liberação, coisa que antigamente levava muitos anos. Temos que usar toda tecnologia disponível em favor do bem-estar das pessoas, da qualidade de vida. Eu espero que a gente consiga carregar esse aprendizado, essa bagagem, todo esse conhecimento, e use em benefício de todos. 

Nesse sentido, como o senhor vê a engenharia presente nos projetos de enfrentamento da pandemia? 

Quando você se forma engenheiro, independentemente da área de atuação, desenvolve uma forte análise crítica das situações. Temos que procurar antever algum problema. O engenheiro é um solucionador. Este é o papel da engenharia, é uma área de conhecimento que tem foco na solução de problemas, que contribui a todas as questões. A pesquisa, a ciência e tecnologia são bastante importantes. Num momento de crise, fica muito evidente o quão importante é a tecnologia estar disponível para a sociedade, que tem por trás a pesquisa, o desenvolvimento, os engenheiros. O fomento à pesquisa é importante, em qualquer área. E estamos vendo as instituições que têm esse fomento se destacando, o Instituto Butantan, a Fiocruz [Fundação Oswaldo Cruz], a própria Anvisa. Nem sempre a pesquisa é de interesse imediato do mercado, por isso o apoio público é importante, uma parceria público-privada… Hoje estamos falando de uma pandemia, mas isso vale para um problema médico, social ou de qualquer outro tipo. A solução virá de uma pesquisa. 

Em quais outros projetos de combate ao coronavírus o IPT teve atuação? 

Algumas instituições nos procuraram para estudos com a luz ultravioleta do tipo C (UV-C), que tem uma ação contra micro-organismos, algo da década de 1930, mas que foi deixado de lado pelo uso dos saneantes e voltou a ter destaque por ser eficaz desinfetante sem a via úmida. Ajudamos a Secretaria de Transportes a validar os métodos utilizando o ultravioleta C para descontaminar os transportes públicos. O instituto ainda contribuiu testando eficácia virucida em tecidos que seriam utilizados também em transportes públicos. Atuamos na validação de respiradores e, no começo, na parte de informática do monitoramento do isolamento social da população, realizado pelo Governo do Estado. 

Jéssica Silva
Entrevista publicada originalmente na edição 539 do Jornal do Engenheiro, de fevereiro de 2021. 

 

OFICINA DE PPCI – 4ª EDIÇÃO – 4 HORAS | ONLINE

O SENGE-RS vem se reinventado para atender as demandas de Qualificação Profissional de seus associados(as) e da sociedade em geral, considerando os decretos e regulamentações dos órgãos competentes, assim como as restrições no exercício da profissão e a mobilidade de profissionais e estudantes nas atividades de formação acadêmica. 

Considerando essa realidade, o ProQuali SENGE -RS informa que os Cursos Online, terão valores diferenciados com desconto para todas as categorias.

Ressaltamos que nossos(as) Instrutores(as), bem como os cursos continuam mantendo a excelência e qualidade de sempre! 

                      Oficina de PPCI – 4ª Edição – 4Horas 

Objetivos

Desenvolver exercícios práticos de Plano de Prevenção Contra Incêndios (PPCI) em nível básico com a revisão dos conceitos minimos necessários para elaboração de PPCI para a apresentação junto ao Corpo de Bombeiros.

Público Alvo

Engenheiros, Arquitetos e Estudantes que estejam iniciando a sua atuação com Segurança Contra Incêndios.

Pré-requisito

Preferencialmente ter conhecimento prévio dos conceitos básicos de segurança contra incêndios.

Programa

– Passo a Passo do Procedimento Administrativo de PPCI;

– Apresentação das Medidas de Prevenção e Proteção Contra Incêndios (Itens Básicos);

– Representação Gráfica para Elaboração de PPCI, conforme Anexo L da RTCBMRS 05 parte 1.1;

– Tópicos básicos da RTCBMRS 14/2016 para Distribuição de Extintores de Incêndio no PPCI, segundo representação gráfica do Anexo L da RTCBMRS 05 parte 1.1;

– Tópicos básicos da ABNT NBR 13434 para Distribuição de Sinalização de Emergência no PPCI,  segundo representação gráfica do Anexo L da  RTCBMRS  05 parte     1.1;

– Tópicos básicos da RTCBMRS 11 parte 1/2016 sobre Saídas de Emergência, segundo representação gráfica do Anexo L da RTCBMRS 05 parte 1.1;

– Resolução de Exercícios Modelos para Elaboração de PPCI contendo: Definição de Altura Descendente, Cálculo Populacional, preenchimento de formulário MDASCI   (Anexo B.1), demonstração de representação gráfica em planta de PPCI, conforme anexo L da RTCBMRS 05 parte 1.1/2016 para PPCI de Edificação Residencial       Multifamiliar e Edificação Comercial;

Instrutora

Fernanda Ribas

Engenheira Civil, graduada pela UFRGS e Pós-Graduada em Segurança Contra Incêndio e Pânico em edificações e áreas de risco pela UNISINOS. Mestranda em Engenharia de Materiais pela UFRGS. Possui diversos cursos de extensão e qualificação profissional na área de segurança contra incêndios, segurança do trabalho e pericias. Ministra cursos de PPCI desde 2016. Atua com a elaboração de PPCIs no Estado do Rio Grande do Sul, principalmente na Região de Porto Alegre. 

 

Referencial Bibliográfico

Lei 14376/2013 e suas atualizações;

RTCBMRS 05 parte 1.1 de 2016;

RTCBMRS 14/2016;

ABNT NBR 13434;

BRENTANO, T. A Proteção Contra Incêndios no Projeto de Edificações. 1. ed. Porto Alegre: Color, 2007

Datas: 13 a 14 de janeiro de 2021
Horário: 18h30 às 20h40 (aula ao vivo)

PLATAFORMA DE CURSOS ONLINE SENGE-RS (AULA AO VIVO)
CONTATO: QUALIFICACAO@SENGE.ORG.BR<br /> WHATSAPP: 

Governo vai modernizar Normas Regulamentadoras de SST

As Normas Regulamentadoras (NRs) de segurança e saúde no trabalho vão passar por um amplo processo de modernização. O anúncio foi feito nesta quinta-feira (9) pelo secretário especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, Rogério Marinho, na abertura da 31ª edição do Fórum Nacional do Instituto Nacional de Altos Estudos (Inae), no Rio de Janeiro. “Trazer investimentos para o Brasil passa pela criação de um ambiente propício, acolhedor e saudável para quem vai empreender. Por isso a importância da desburocratização e da simplificação de regras”, afirmou.

Marinho explicou que toda a normatização na área de saúde e segurança no trabalho está sendo revista, com foco na desregulamentação e na simplificação. O secretário destacou que a situação atual prejudica diretamente a produtividade das empresas e a capacidade de o Brasil competir com outros países. “Hoje, há custos absurdos em função de uma normatização absolutamente bizantina, anacrônica e hostil”, disse.

A primeira norma a ser revista será a NR-12, que trata da regulamentação de maquinário, abrangendo desde padarias até fornos siderúrgicos. A previsão é de que a nova NR do setor seja entregue em junho.

A modernização atingirá todas as NRs e outras regras. “Existem quase 5 mil documentos infralegais, portarias, instruções normativas, decretos da década de 1940 que ainda são utilizados para nossa fiscalização, de forma arbitrária”, salientou. Com as alterações, também devem ser uniformizados os procedimentos, para evitar diferenças na fiscalização entre os estados. “Hoje não há uniformização de procedimentos, não há nitidez nesse processo, não há clareza e não há transparência”, pontuou.

Um pequeno empresário, por exemplo, chega a ser submetido a 6,8 mil regras distintas de fiscalização, destacou Rogério Marinho. “É impossível que ele entenda e se adeque a essas regras. Nossa ideia é reduzir isso em 90%”, disse.

Processo virtuoso – Segundo o secretário, a modernização das NRs faz parte de um processo virtuoso, que tem a integridade fiscal como espinha dorsal, rumo à retomada do crescimento. Essa integridade, porém, depende da redução do déficit fiscal. “A reestruturação fiscal é o que dá previsibilidade e segurança jurídica e permite buscar as parcerias necessárias para que o País saia da situação em que se encontra”, destacou.

De acordo com Rogério Marinho, isso só será possível com a aprovação das mudanças no sistema previdenciário, previstas na Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 06/2019, apresentada pelo governo ao Congresso em 20 de fevereiro.

Ele lembrou que o resgate da saúde das contas públicas é importante principalmente a população mais pobre e mais frágil, porque o desequilíbrio fiscal reduziu a capacidade do governo de atender às demandas da sociedade. A meta é permitir mais investimentos públicos em áreas como saúde, educação e segurança.

O secretário observou que o governo está cumprindo seu papel de gestor na modernização do setor previdenciário, mostrando que os trabalhadores terão de trabalhar um pouco mais e pagar um pouco mais, mas com a certeza do pagamento das aposentadorias no futuro. “Mas quem tem mais, vai pagar mais, e quem tem menos, paga menos. Essa é a essência, a mensagem que está inserida no processo”, destacou.

Marinho ressaltou a importância dos debates que estão sendo promovidos pela Comissão Especial da Câmara dos Deputados que analisa a Nova Previdência. O secretário está otimista. “Agora, na Câmara, haverá vários debates sobre o tema, com pontos de vista diferentes, e não tenho dúvida de que, no fim de maio ou princípio de junho, ela estará votando o relatório”, afirmou.

Fonte: Ministério da Economia/Secretaria Especial de Previdência e Trabalho com Revista Proteção

NBR 16710 contribui para qualificação de profissionais no resgate em altura e espaço confinado

Toda situação de salvamento é um desafio para o socorrista que precisa estar capacitado para executar os procedimentos técnicos em qualquer ambiente. Se o resgaste ocorrer a metros do chão, muitos fatores podem colocar em risco a sua vida e a da vítima. A partir da publicação da NBR 16710, houve uma padronização dos requisitos necessários para a qualificação do profissional de resgate industrial em altura e espaço confinado.

O foco da nova norma técnica é o trabalho da equipe de resgate citada na NR-35, que pode ser da empresa contratante, terceirizada ou composta pelos próprios trabalhadores que executam o trabalho em altura, em função das características das atividades.

Emanuel Araújo, especialista em proteção contra queda nos segmentos de Oil & Gas e Mineração, entende que a NBR 16710 traz referências importantes na elaboração do plano de resgate em altura e que não constavam na NR-35. “Imagina executar um salvamento numa torre de lançamento de um navio “off shore”? Além do preparo físico, o profissional tem que lidar com as condições desfavoráveis do vento e do mar para tomada de decisões quanto aos equipamentos e manobras de segurança”, avalia.

Araújo lembra que é fundamental realizar treinamentos simulados nos ambientes. “Quanto mais próximo da realidade a ser enfrentada pelo profissional, melhor será o seu desempenho. Os simulados também permitem fazer ajustes no plano de resgate”, afirma.

Com 18 anos de experiência em resgate industrial, Daniel Caleone esclareceu que resgate industrial e urbano, ainda que usem basicamente os mesmos EPIs e equipamentos auxiliares, se distingue bastante do universo dos trabalhos em altura realizados através das técnicas de acesso por corda.

Os dois especialistas foram unânimes em concluir que a NBR 16710 oferece às empresas um conteúdo detalhado e padronizado para a capacitação das pessoas indicadas para executarem o plano de resgate em altura e espaços confinados com cargas horárias definidas, validade dos treinamentos e atributos para o profissional de acordo com seu nível de treinamento.

Fonte: Revista CIPA

O Covid-19 entendam sobre a doença

O que é COVID-19

Os coronavírus são uma grande família de vírus comuns em muitas espécies diferentes de animais, incluindo camelos, gado, gatos e morcegos. Raramente, os coronavírus que infectam animais podem infectar pessoas, como exemplo do MERS-CoV e SARS-CoV. Recentemente, em dezembro de 2019, houve a transmissão de um novo coronavírus (SARS-CoV-2), o qual foi identificado em Wuhan na China e causou a COVID-19, sendo em seguida disseminada e transmitida pessoa a pessoa.

A COVID-19 é uma doença causada pelo coronavírus, denominado SARS-CoV-2, que apresenta um espectro clínico variando de infecções assintomáticas a quadros graves. De acordo com a Organização Mundial de Saúde, a maioria (cerca de 80%) dos pacientes com COVID-19 podem ser assintomáticos ou oligossintomáticos (poucos sintomas), e aproximadamente 20% dos casos detectados requer atendimento hospitalar por apresentarem dificuldade respiratória, dos quais aproximadamente 5% podem necessitar de suporte ventilatório.

Quais são os sintomas

Os sintomas da COVID-19 podem variar de um resfriado, a uma Síndrome Gripal-SG (presença de um quadro respiratório agudo, caracterizado por, pelo menos dois dos seguintes sintomas: sensação febril ou febre associada a dor de garganta, dor de cabeça, tosse, coriza) até uma pneumonia severa. Sendo os sintomas mais comuns:

  • Tosse
  • Febre
  • Coriza
  • Dor de garganta
  • Dificuldade para respirar
  • Perda de olfato (anosmia)
  • Alteração do paladar (ageusia)
  • Distúrbios gastrintestinais (náuseas/vômitos/diarreia)
  • Cansaço (astenia)
  • Diminuição do apetite (hiporexia)
  • Dispnéia ( falta de ar)

 

Como é transmitido

A transmissão acontece de uma pessoa doente para outra ou por contato próximo por meio de:

  • Toque do aperto de mão contaminadas;
  • Gotículas de saliva;
  • Espirro;
  • Tosse;
  • Catarro;
  • Objetos ou superfícies contaminadas, como celulares, mesas, talheres, maçanetas, brinquedos, teclados de computador etc.

Diagnóstico

O diagnóstico da COVID-19 pode ser realizado a partir de critérios como:

1 – DIAGNÓSTICO CLÍNICO é realizado pelo médico atendente, que deve avaliar a possibilidade da doença, principalmente, em pacientes com a associação dos seguintes sinais e sintomas:

  • Febre, que pode estar presente no momento do exame clínico ou referida pelo paciente (sensação febril) de ocorrência recente.
  • Sintomas do trato respiratório (por exemplo, tosse, dispneia, coriza, dor de garganta)
  •  Outros sintomas consistentes incluindo, mialgias, distúrbios gastrointestinais (diarreia/náuseas/vômitos), perda ou diminuição do olfato (anosmia) ou perda ou diminuição do paladar (ageusia).

Em crianças, além dos itens anteriores, considera-se também a obstrução nasal, a desidratação e a  falta de apetite (inapetência), na ausência de outro diagnóstico específico.
Em idosos, deve-se considerar também, critérios específicos de agravamento como: síncope (desmaio ou perda temporária de consciência), confusão mental, sonolência excessiva, irritabilidade e falta de apetite (inapetência).
O diagnóstico clínico da doença, também deve ser considerado em pacientes com doença grave do trato respiratório inferior sem causa clara, como é o caso de pacientes que se apresentem em Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG). Nesta síndrome o indivíduo apresenta-se em franca dispneia/desconforto respiratório/dificuldade para respirar com saturação de oxigênio (O2) menor do que 95% em ar ambiente ou coloração azulada dos lábios ou rosto (cianose) ou queixa de pressão persistente no tórax.
Em crianças, a SRAG apresenta-se com os sinais e sintomas anteriores, devendo ser observados sinais característicos de esforço respiratório, tais como,  os batimentos de asa de nariz, tiragem intercostal, e, por fim, alteração na coloração das extremidades que ficam azuladas (cianose).

2 – O DIAGNÓSTICO CLÍNICO-EPIDEMIOLÓGICO é realizado pelo médico atendente no qual considera-se:

  • casos de paciente com a associação dos sinais e sintomas supracitados ou SRAG MAIS histórico de contato próximo ou domiciliar, nos últimos 14 dias antes do aparecimento dos sintomas, com caso confirmado laboratorialmente para COVID-19 e para o qual não foi possível realizar a investigação laboratorial específica.

3 – DIAGNÓSTICO CLÍNICO-IMAGEM:

  • caso de sintomas respiratório mais febre ou SRAG ou óbito por SRAG que não foi possível confirmar ou descartar por critério laboratorial E que apresente alterações tomográficas.

4 – DIAGNÓSTICO LABORATORIAL – Caso o paciente apresente os sintomas respiratórios mais febre ou SRAG. O profissional de saúde poderá solicitar os seguintes exames laboratoriais:

  • De biologia molecular, (RT-PCR em tempo real) que diagnostica tanto a COVID-19, a Influenza ou a presença de Vírus Sincicial Respiratório (VSR) normalmente até o oitavo dia de início de sintomas.
  • Imunológico, que detecta, ou não, a presença de anticorpos em amostras coletadas a partir do oitavo dia de início dos sintomas. Sendo eles:
  • Ensaio imunoenzimático (Enzyme-Linked Immunosorbent Assay – ELISA);
  • Imunocromatografia (teste rápido) para detecção de anticorpos;
  • Imunoensaio por Eletroquimioluminescência (ECLIA).
  • Pesquisa de antígenos: resultado reagente para SARS-CoV-2 pelo método de Imunocromatografia para detecção de antígeno.

5 – DIAGNÓSTICO LABORATORIAL EM INDIVÍDUO ASSINTOMÁTICO (pessoa sem sintomas) que realizou:

  • Exame de Biologia Molecular com resultado DETECTÁVEL para SARS-CoV-2 realizado pelo método RT-PCR em tempo real.
  • Exame de Imunológico com resultado REAGENTE para IgM e/ou IgA realizado pelos seguintes métodos:  Ensaio imunoenzimático (ELISA) e Imunocromatografia (teste rápido) para detecção de anticorpos.

Como se proteger

As recomendações de prevenção à COVID-19 são as seguintes:

  • Lave com frequência as mãos até a altura dos punhos, com água e sabão, ou então higienize com álcool em gel 70%. Essa frequência deve ser ampliada quando estiver em algum ambiente público (ambientes de trabalho, prédios e instalações comerciais, etc), quando utilizar estrutura de transporte público ou tocar superfícies e objetos de uso compartilhado.
  • Ao tossir ou espirrar, cubra nariz e boca com lenço ou com a parte interna do cotovelo.
    Não tocar olhos, nariz, boca ou a máscara de proteção fácil com as mãos não higienizadas.
    Se tocar olhos, nariz, boca ou a máscara, higienize sempre as mãos como já indicado.
  • Mantenha distância mínima de 1 (um) metro entre pessoas em lugares públicos e de convívio social. Evite abraços, beijos e apertos de mãos. Adote um comportamento amigável sem contato físico, mas sempre com um sorriso no rosto.
  • Higienize com frequência o celular, brinquedos das crianças e outro objetos que são utilizados com frequência.
  • Não compartilhe objetos de uso pessoal como talheres, toalhas, pratos e copos.
  • Mantenha os ambientes limpos e bem ventilados.
  • Evite circulação desnecessária nas ruas, estádios, teatros, shoppings, shows, cinemas e igrejas.
  • Se estiver doente, evite contato próximo com outras pessoas, principalmente idosos e doentes crônicos, busque orientação pelos canais on-line disponibilizados pelo SUS ou atendimento nos serviços de saúde e siga as recomendações do profissional de saúde.
  • Durma bem e tenha uma alimentação saudável.
  • Recomenda-se a utilização de máscaras em todos os ambientes.  As máscaras de tecido (caseiras/artesanais), não são Equipamentos de Proteção Individual (EPI), mas podem funcionar como uma barreira física, em especial contra a saída de gotículas potencialmente contaminadas.

Veja aqui como confeccionar e usar a máscara caseira.

Estimule familiares, amigos e colegas de trabalho sobre a importância do uso de máscara e da higienização das mãos na prevenção da disseminação do vírus causador da doença COVID-19.

Dicas para viajantes:

Caso você precise viajar, avalie a real necessidade. Se for inevitável viajar, previna-se e siga as orientações das autoridades de saúde locais.
Ao voltar de viagens internacionais ou locais recomenda-se:

  • Reforçar os hábitos de higiene e proteção como a utilização de máscara, higienização das mãos com água e sabão ou com álcool em gel 70 %.
  • Caso apresente sintomas de gripe, busque atendimento nos serviços de saúde, e evite contato com outras pessoas

Se eu ficar doente

Se estiver doente, com sintomas compatíveis com a COVID-19, tais como febre, tosse, dor de garganta e/ou coriza, com ou sem falta de ar, evite contato físico com outras pessoas, incluindo os familiares, principalmente, idosos e doentes crônicos, Procure imediatamente os postos de triagem nas Unidades Básicas de Saúde / UPAS ou outras unidades de saúde. Após encaminhamento consulte-se com o médico. Uma vez diagnosticado pelo médico, receba as orientações e prescrição dos medicamentos que você deverá usar. O médico poderá solicitar exames complementares. Inicie o tratamento prescrito imediatamente. Mantenha seu médico sempre informado da evolução dos sintomas durante o tratamento e siga suas recomendações.

Utilize máscara o tempo todo.

Se for preciso cozinhar, use máscara de proteção, cobrindo boca e nariz todo o tempo.

Depois de usar o banheiro, nunca deixe de lavar as mãos com água e sabão e sempre limpe vaso mantendo a tampa fechada, pia e demais superfícies com álcool, água sanitária ou outro produto recomendado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária – Anvisa –  para desinfecção do ambiente.

Separe toalhas de banho, garfos, facas, colheres, copos e outros objetos apenas para seu uso.
O lixo produzido precisa ser separado e descartado.

Evite compartilhar sofás e cadeiras e realize limpeza e desinfecção frequente com água sanitária ou álcool 70% ou outro produto recomendado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária – Anvisa.

Mantenha a janela aberta para circulação de ar do ambiente usado para isolamento e a porta fechada, limpe a maçaneta frequentemente com álcool 70%, água sanitária, ou outro produto recomendado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária – Anvisa.

Caso o paciente não more sozinho, recomenda-se que os demais moradores da residência durmam em outro cômodo, seguindo também as seguintes recomendações:

  • Mantenha a distância mínima de 1 metro entre a pessoa infectada e os demais moradores.
  • Limpe os móveis da casa frequentemente com água sanitária, álcool 70% ou outro produto recomendado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária – Anvisa.
  • Se uma pessoa da casa tiver diagnóstico positivo, todos os moradores devem ficar em distanciamento conforme orientação médica.

Serviço de Saúde

Procure um serviço de saúde caso apresente sintomas de síndrome gripal.

 
 

Orçamento e cálculo do BDI de obras vivis: Públicas e/ou privadas – 12 ª. Edição.

O SENGE-RS vem se reinventado para atender as demandas de Qualificação Profissional de seus associados(as) e da sociedade em geral, considerando os decretos e regulamentações dos órgãos competentes, assim como as restrições no exercício da profissão e a mobilidade de profissionais e estudantes nas atividades de formação acadêmica. 

Considerando essa realidade, o ProQuali SENGE -RS informa que os Cursos Online, terão valores diferenciados com desconto para todas as categorias.

Ressaltamos que nossos(as) Instrutores(as), bem como os cursos continuam mantendo a excelência e qualidade de sempre! 

Orçamento e Cálculo do BDI de Obras Civis: Públicas e/ou Privadas – 12ª edição – 16 horasObjetivos:

Orientar técnicos, executivos ou empresários da construção civil na Elaboração de Orçamentos de Obras e Cálculo do BDI de Obras de Infraestrutura (Saneamento, Rodovias, Ferrovias, Portuárias, Aeroportuárias, Parques Eólicos, Termelétricas, Hidrelétricas, etc.), Edificações, Industriais e Comerciais. O curso também tem como objetivo apresentar a metodologia de cálculo de todos os itens que compõe o custo de uma obra e o preço de venda do orçamento.

Público Alvo:

Profissionais que atuam no segmento da Engenharia de Custos de obras civis (direta ou indiretamente), Gerentes de Projetos e Contratos, Orçamentistas, Engenheiros, Arquitetos, Técnicos, Construtores, Empresários e estudantes de cursos técnicos ou universitários

Programa:

Tipos de Orçamentos: Estimativa paramétrica (similaridade); Estimativa analítica (operacional).

Quais softwares mais modernos no Mercado para elaboração de Orçamentos e Gestão de Custos da Construção e adequados ao Porte das Empresas (BIM e ERP).

Formação de Preços

Fluxograma do orçamento da obra.

Critérios de Medição: Levantamento de quantitativos e preparação da planilha de serviços.

Elaboração das composições analíticas de custo (materiais, mão de obra e equipamentos) e a importância da produtividade. Know-how prático de quais Bancos de Dados do mercado devem ser utilizados para cada tipologia de obra.

Pesquisa de mercado de preços básicos, mão de obra, materiais.

Estudo dos encargos sociais trabalhistas com e sem desoneração (Lei 13.161/15) – FAP- Novo integrante de Encargos Sociais.

Análise de propostas de serviços de terceiros (compatibilização de preços).

Legislação: Lei 8666, Lei 11.448-REIDI, Lei RDC, LDO- Lei das Diretrizes Orçamentárias e Acórdãos do TCU-BDI.

Noções de Normas Internacionais de Orçamentos, NBR 16.633 e NBR 12.721.

Conceituação de Custos diretos e indiretos.

Cálculo do BDI desonerado e não desonerado – metodologia aplicada aos benefícios e despesas indiretas – Formação de Preços.

Apresentação de Case Orçamento, Planejamento/Cronograma Físico – Financeiro e Fluxo de Caixa

Instrutora:

Inaiara Barcellos Ferreira Marini

CRK – Certified Remarkable Knowledge pelo ICEC – International Cost Engeenering Council, Mestrado em Engenharia pela UFRGS, Graduação em Engenharia Civil pela PUC/RS. Integrante da Comissão de Estudo Especial CEE-162 (GT4) da ABNT-SP, que tem por objetivo elaborar a primeira norma técnica sobre orçamento de obras NBR 16.633 e da Comiss’ao CE 134 da Norma 15965 de BIM.

Owner da Centro de Gestão de Engenharia de Custos e consultora de diversas Empresas em SP e RJ.

Profissional com 24 anos de experiência em engenharia de custos, atuando na elaboração de atividades técnicas de orçamento, planejamento e controle de obras das empresas: Serveng Civilsan (SP), Consórcio Serveng/Galvão Engenharia, Consórcio Serveng /OAS, TRANSPETRO/Petrobras (RJ), Solvi Saneamento (SP), Magna Engenharia (RS), Lamb Construções Industriais, ESBEL, Bortoncello Incorporações.

Atua em todo Brasil como Professora de MBA do IPOG, Instituto Idd, e INPG. Lecionou 15 anos no IBEC. É palestrante em congressos, seminários e cursos através do PINI, BNDES, TCE-MG, Vale do Rio Doce, Banco do Brasil, SINDUSCON-AL, INSTITUTO DE ENGENHARIA–SP, Petrobras-BR, Estaleiro Brasa-Niteroi, Aceco-SP, AMMVI – Associação dos Municípios do Vale do Itajaí, AGIR-Agencia Intermunicipal de Regulação-SC e SENGE-RS